Um dos maiores mitos da humanidade é a afirmação de que o corpo humano é uma máquina. Não, o corpo não é uma máquina, portanto não pode ser forçado a desempenhar funções acima dos limites permitidos durante os exercícios físicos. Isso ajuda a entender a importância de saber o que é dor muscular tardia e o que pode ser feito para evitá-la.

A seguir, vamos explicar o que é dor muscular tardia, além de quais são os sintomas mais comuns e as formas de tratamento e prevenção. Veja ainda como a prática regular de exercícios físicos é uma das maneiras de controlar esse tipo de dor. Acompanhe!

O que é dor muscular tardia, afinal?

A dor muscular tardia surge quando a pessoa exerce uma atividade muscular com intensidade acima de suas condições físicas. Ainda que possa ser prevenido, esse quadro é muito comum em competições de alto rendimento, como no futebol e no tênis, principalmente quando as partidas são muito prolongadas.

Mas a dor muscular tardia também pode acometer pessoas fora do âmbito profissional, sobretudo quando as atividades físicas são reiniciadas após um longo período de sedentarismo. Nesses casos, o risco de provocar lesões é muito maior, já que a musculatura não está habituada a tal tipo de exercício.

Há controvérsias quanto à verdadeira origem desse tipo de dor. Estudiosos de fisiologia acreditavam que a dor muscular tardia surgia devido ao acúmulo de lactato, uma substância gerada pelo metabolismo do ácido lático presente no músculo. Atualmente, a hipótese mais provável está relacionada ao excesso de alongamento, que leva à inflamação das fibras musculares.

Como identificar a dor muscular tardia?

Tanto no esporte profissional quanto no amador, esse tipo de desconforto é um dos que mais provocam lesões musculares e afastamento das atividades. Por isso, conhecer os indícios de dor muscular tardia ajuda a adotar medidas mais adequadas ao seu controle. Observe quais são os sintomas mais comuns:

  • dores intensas;
  • enrijecimento muscular;
  • maior sensibilidade à palpação; 
  • limitação dos movimentos articulares;
  • redução da flexibilidade e menor produção de força muscular. 

Geralmente, a dor é mais percebida na parte distal do músculo afetado e os sintomas podem perdurar por até 10 dias. No entanto, a intensidade dos sintomas depende da performance individual e do nível do treino. Nos casos mais graves, o risco de microlesões é alto. Nessas condições, é aconselhável procurar atendimento médico para fazer uma avaliação e adotar a conduta mais adequada.

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De que forma prevenir a dor muscular tardia?

Sim, é possível preveni-la e ter mais tranquilidade para praticar sua atividade preferida. Observe os cuidados mais eficazes:

  • planeje suas atividades de acordo com o seu condicionamento;
  • realize exercícios com roupas e calçados adequados;
  • faça aquecimento antes de iniciar suas atividades físicas;
  • evite situações que causem fadiga muscular;
  • priorize repouso e sono adequado.

Como você pôde notar, exercitar-se com regularidade é essencial à manutenção da saúde, mas alguns cuidados são necessários para evitar complicações como a dor muscular tardia. Por isso, avalie sua condição física antes de realizar atividades muito intensas. Afinal, tão importante quanto a prática de exercícios é priorizar os cuidados com o bem-estar durante essas atividades.

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