Vivemos em uma era na qual muito se fala sobre o respeito à diversidade. Nesse sentido, cada vez mais são promovidas as liberdades para que cada pessoa possa ser quem ela realmente é, sem se preocupar com rótulos ou imposições. É em meio a esse cenário que ascende a educação inclusiva.

É errado pensar que a educação inclusiva se resume a aceitar pessoas com deficiência em escolas e universidades! É preciso ter um pensamento mais amplo e verificar como esses indivíduos vivenciarão as rotinas e tirarão proveito das instituições de ensino.

A seguir, vamos falar mais sobre a educação inclusiva, esclarecendo dúvidas sobre o assunto e os principais desafios enfrentados no Brasil no que acomete essa área. Ficou interessado? Então siga conosco e confira!

O que é a educação inclusiva?

Podemos definir a educação inclusiva como aquela que aceita e possibilita aos alunos a presença e permanência de todas as pessoas em uma instituição de ensino, sem distinção.

Entende-se que todos têm o direito de conhecer as ciências e a cultura, desenvolver novas habilidades sociais e profissionais, garantindo assim um bom desenvolvimento intelectual e aumentando as chances no mercado de trabalho.

Quais são os principais direitos previstos na legislação?

Na legislação brasileira existe uma lei que garante o acesso das pessoas com deficiência às universidades. Trata-se da Lei nº 10.098, que está em vigor desde o ano 2000.

Essa lei é bastante ampla e traz regulamentações para questões como a garantia de acessibilidade em todas as áreas da instituição de ensino, a fim de superar barreiras urbanísticas, arquitetônicas e de transporte.

Também faz parte da legislação as chamadas barreiras nas comunicações e na informação, de modo que os professores e funcionários das escolas e universidades tenham o preparo necessário para lidar com pessoas com deficiência em sala de aula.

Por que a educação inclusiva é tão importante e como a sociedade pode se preparar nesse sentido?

A educação inclusiva é importante para que todos tenham acesso aos bancos escolares em seus mais diversos níveis. De nada adianta uma pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida ter educação nos níveis fundamental e médio, se depois não puder acessar a educação superior, fazendo cursos técnicos e graduações em faculdades.

A ideia é que todos sejam tratados com igualdade e tenham as mesmas condições e estímulos para o aprendizado. Assim, poderemos ter uma sociedade mais desenvolvida, dar mais autonomia às pessoas com deficiência e garantir que eles possam brigar de igual para igual em uma vaga no mercado de trabalho, por exemplo.

As leis que garantem a educação inclusiva são importantes, mas elas não devem ficar apenas no papel! É preciso conscientizar toda população sobre a relevância desse debate e promover a inclusão, tornando-a algo enraizado culturalmente na sociedade, para que as diferenças sejam sempre respeitadas.

A leitura deste post foi produtiva? Então continue se informando sobre o assunto e leia o nosso artigo que mostra quais são os desafios da pessoa com deficiência na universidade, os direitos existentes e como garantir que eles sejam cumpridos.